TriggerSync
O que é
Uma enciclopédia de trigger points que trabalha ao contrário: parte da dor. O paciente aponta onde lhe dói; o TriggerSync mostra os músculos cujos trigger points referem dor para essa zona — 111 músculos, 120 padrões de dor referida, cada um com o seu diagrama.
A ideia em que assenta: um trigger point não é um diagnóstico a registar. É uma técnica a prescrever, como um exercício. Por isso não fica no diagrama — a técnica entra na sessão do paciente e o resultado dela volta.
Como funciona
Encontrar o músculo. Duas entradas: o mapa corporal (sete regiões) ou a pesquisa entre os 120 sintomas. Qualquer uma leva aos músculos que podem referir dor ali, cada um com o diagrama do trigger point e do seu padrão de referência.
Parte do que o paciente já lhe disse. Se abrir o TriggerSync a partir de um paciente com dor registada na EVA, aparece um atalho no topo — "Dor registada no joelho, lado esquerdo · a 8 ago" — que vai directo aos músculos dessa zona. Sugere, não decide. As sete regiões continuam onde estavam, porque pode estar a investigar outra coisa.
Aplicar a técnica. A partir de um músculo, "Aplicar esta técnica a este paciente" coloca-a numa sessão dele. Passa a aparecer no plano de tratamento ao lado dos exercícios, e marca-se como executada da mesma maneira.
Voltar atrás. Na sessão, tocar no nome da técnica reabre o músculo — o diagrama, o padrão de referência, a técnica. Tocar no círculo continua a marcar apenas como feita; os dois gestos nunca partilham alvo.
O resultado. Assim que houver uma medição de dor posterior na mesma zona, a linha da técnica mostra o que aconteceu: "Dor 7 → 6 · 12 jul". Até lá diz isso mesmo — "Dor 5 antes — sem medição desde então" — que é o lembrete para voltar a medir.
O que deve saber
- O número da dor é medido, não concluído. Numa sessão aplicam-se várias coisas, e a dor mexe por razões que não estão no ecrã. O TriggerSync mostra o que foi registado; a ilação clínica é sua. Nunca lhe dirá que uma técnica resultou.
- A zona vem do músculo, não da sessão. Um trigger point no glúteo médio refere dor para a anca e para a lombar, e é aí que a mudança é procurada — não numa medição do ombro feita no mesmo dia.
- Sem zona de dor, não há sugestão. O atalho só aparece quando a EVA registou onde dói. Se os seus registos não têm zona, não se sugere nada — e não se adivinha.
- Funciona sem rede. Os músculos, os padrões e os diagramas viajam com a aplicação. Aplicar uma técnica a uma sessão precisa de ligação; consultar não.
- É uma consulta, não um diagnóstico. Os padrões de dor referida estreitam a procura. Não substituem o exame.
Pré-requisitos
Incluído em todos os planos pagos. A sugestão pela dor precisa de pelo menos uma EVA com zona registada; o resultado precisa de uma segunda depois da técnica.
