Artigos para fisioterapeutas, escritos a partir da literatura publicada. Cada afirmação identifica o estudo que a sustenta.
Duas meta-análises de 2025 apresentam resultados conflitantes quanto à marcha e ao equilíbrio, mas ganhos consistentes na qualidade de vida. Eis como interpretar os dados para a tomada de decisão clínica.
As meta-análises em rede classificam o fortalecimento concêntrico como o exercício mais eficaz para a disfunção, enquanto os fatores psicológicos e a sensibilização central explicam a variabilidade dos resultados que o diagnóstico estrutural por si só não consegue.
É a frequência, o volume ou a intensidade que determina melhores resultados no KOOS e VAS na osteoartrite do joelho? Uma revisão das evidências recentes sobre adesão, dosagem e impacto clínico.
A literatura indica que a dose e a supervisão determinam os resultados na DLC. A saúde móvel melhora a adesão, mas o incumprimento parcial tem um custo mensurável. Veja como utilizar estes dados para justificar a intensidade do acompanhamento remoto.
Os programas domiciliários à distância exigem uma dosagem estruturada e uma monitorização contínua. A literatura demonstra por que é que as instruções vagas falham, como acompanhar a progressão e o que fazer quando os sintomas oscilam.
As pontuações autorreferidas e as métricas objetivas de desempenho divergem frequentemente. A literatura demonstra por que razão isto acontece e como utilizar ambos os sinais sem depender de valores de corte rígidos.
Os índices posturais da linha de base raramente permitem prever as curvas de recuperação. Este artigo analisa como os desvios milimétricos dos marcos posturais, os testes de carga dinâmica e as correlações angulares devem, efetivamente, orientar as intervenções manuais em detrimento das orientadas por exercício, e o que deve ser registado para garantir a adesão terapêutica para além da terceira semana.